
“Tecnologia na educação, sim ou não?”, este podia ser o mote para um debate político, pois são várias as posições tomadas face a este assunto. Aqui posso fazer alusão aos “cibercríticos”, “utópicos”, e “ciberutópicos” como diria Papert, referindo-se aos primeiros como aqueles que se asseguram dos perigos dos avanços tecnológicos, aos “utópicos” como aqueles que defendem o progresso e por fim aos “ciberutópicos” que “louvam os milagres da era digital”.
Em qual dos grupos anteriormente referidos se incluiriam os professores com que nos temos cruzado ao longo de todos estes anos de escola? Que partido tirámos nós enquanto alunos das novas tecnologias dentro das salas de aula? Em que medida estas tecnologias podem contribuir para o nosso sucesso escolar?
Muitas questões posso eu levantar ao olhar para trás e ver que afinal a tal “era digital” não esteve presente, diria antes pouco presente, no meu percurso escolar até ao ensino secundário, pois resumia-se a uma rara utilização de um projector.
Muitos são os professores que “temem” as novas tecnologias, que não se interessam em acompanhar o progresso, que limitam os métodos de ensino ao método tradicional de quadro e giz.
Segundo Seymour Papert diria mesmo que me cruzei muitas vezes com as chamadas “avestruzes” e “ciberavestruzes”. Pois o autor refere-se às primeiras como sendo aqueles educadores a quem a ideia que os computadores servirão para melhorar a sua actividade agrada, mas que evitam compreender que essa mesma tecnologia levará a grandes mudanças que ultrapassam um mero aperfeiçoamento.
Já os intítulados “ciberavestruzes” são aqueles que estão decididos a utilizar o computador, mas que só conseguem imaginar essa utilização no contexto do sistema escolar tal como o conhecem.
Não posso deixar de referir a importância do uso das tecnologias para o sucesso escolar, pois se tudo evolui, se tudo se altera, se até as mentalidades mudam porquê que o ensino e a aprendizagem têm que estagnar?
Em qual dos grupos anteriormente referidos se incluiriam os professores com que nos temos cruzado ao longo de todos estes anos de escola? Que partido tirámos nós enquanto alunos das novas tecnologias dentro das salas de aula? Em que medida estas tecnologias podem contribuir para o nosso sucesso escolar?
Muitas questões posso eu levantar ao olhar para trás e ver que afinal a tal “era digital” não esteve presente, diria antes pouco presente, no meu percurso escolar até ao ensino secundário, pois resumia-se a uma rara utilização de um projector.
Muitos são os professores que “temem” as novas tecnologias, que não se interessam em acompanhar o progresso, que limitam os métodos de ensino ao método tradicional de quadro e giz.
Segundo Seymour Papert diria mesmo que me cruzei muitas vezes com as chamadas “avestruzes” e “ciberavestruzes”. Pois o autor refere-se às primeiras como sendo aqueles educadores a quem a ideia que os computadores servirão para melhorar a sua actividade agrada, mas que evitam compreender que essa mesma tecnologia levará a grandes mudanças que ultrapassam um mero aperfeiçoamento.
Já os intítulados “ciberavestruzes” são aqueles que estão decididos a utilizar o computador, mas que só conseguem imaginar essa utilização no contexto do sistema escolar tal como o conhecem.
Não posso deixar de referir a importância do uso das tecnologias para o sucesso escolar, pois se tudo evolui, se tudo se altera, se até as mentalidades mudam porquê que o ensino e a aprendizagem têm que estagnar?
1 comentário:
Excelente reflexão!
Muitos Parabéns Rita!
Está no bom caminho em relação Às reflexões pretendidas no blog!
Sugiro também que escreva sobre o que vai aprendendo nas aulas práticas ou que reflicta sobre algumas das ferramentas e tecnologias que conhece com o trabalho prático e com as aulas teóricas.
Joana Viana
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