segunda-feira, 26 de novembro de 2007

HI5 & MySpace com carácter pedagógico?



São muitas as ferramentas que utilizamos diariamente sem nunca questionarmos as suas potencialidades a nível pedagógico, é o que acontece com o HI5 e com o MySpace. Estes são softwares sociais que permitem a comunicação, interacção e partilha de informações entre uma comunidade. Porém podem ter uma vertente educativa se as soubermos utilizar. Por exemplo sendo o HI5 ou o MySpace criados como uma “construção interna”, ou seja algo elaborado, por exemplo no seio de uma turma de 1º ciclo, este permitirá uma participação activa de todos os elementos no seu processo de aprendizagem, uma vez que ambas as tecnologias podem funcionar como uma espécie de “portefólio virtual”. Assim, as crianças teriam oportunidade de ver os seus trabalhos expostos, tal como receber o feedback do trabalho desenvolvido, tendo oportunidade de o melhorar. Esta seria uma forma possível de uma aprendizagem participativa e produtiva com recurso ás novas tecnologias.
Estas ferramentas podem ainda permitir a publicação de sites de interesse para os alunos, ou de questões colocadas pelo professor, educador ou formador. Desta forma, é possível adaptar os objectivos de aprendizagem aos interesses dos alunos, aumentando a motivação destes e possibilitando também uma interacção entre alunos e professores, já que se trata de um software social.

sábado, 17 de novembro de 2007

Prazer e benefício da aprendizagem


Segundo Seymour Papert "o escândalo da educação reside no facto de sempre que ensinamos algo estamos a privar a criança do prazer e do benefício da descoberta.", mas será este fenómeno realmente um escândalo? Teria a criança capacidade suficiente para descobrir tudo aquilo que lhe é ensinado? Não iria esta sofrer um "atraso" no seu desenvolimento como consequência do tempo necessário para ser ela própria a fazer todas as descobertas inerentes à sua aprendizagem?
Na minha opinião estas duas vertentes podem ser partilhadas, ou seja, a vertente de ensino e de aprendizagem, pois se forem dadas à criança as orientações e as bases para que esta desenvolva uma aprendizagem autónoma, a própria criança pode usufruir do prazer e do benefício da descoberta. Penso que caso contrário seria muito complicado, uma vez que "partir do zero" numa aquisição de conhecimentos não é fácil, muito menos para uma criança, uma vez que esta não teria certamente a capacidade de distinguir aquilo que deveria ou não aprender, nem como o fazer.
Como forma de conclusão desta minha reflexão deixo uma questão em aberto para todos pensarem e deixarem a vossa opinião:"De que forma não nos foi permitido gozar do prazer e do benefício da aprendizagem?"

quinta-feira, 1 de novembro de 2007

Moodle


Na passada aula prática de Tecnologias Educativas II, levantou-se uma dúvida: "O que é o Moodle?". Então, a partir da explicação dada ficámos a saber que o Moodle, tal como o Dokeas e o Smartboard fazem parte das chamadas LMS's, ou seja plantaformas que são utilizadas no ensino à distância, presencial ou misto, que permitem disponibilizar conteúdos, sumários e ferramentas e ainda criar cursos on-line.
O Moodle é de todos o mais complexo e o mais utilizado no ensino superior. Um exemplo actual da sua utilização prende-se com o projecto "Saber Mais" da Porto Editora, em que foi disponibilizado o Moodle com o objectivo de ser utilizado pelos professores nas aulas em função do projecto "novas oportunidades".